Criada em 1996, a Coalizão Empresarial Brasileira (CEB) nasceu como uma resposta dos empresários à necessidade de maior participação e influência na definição das
estratégias brasileiras de inserção internacional. Com a Secretaria Executiva a cargo da CNI, a entidade apresenta um modelo informal, aberto à participação voluntária de organizações empresariais e companhias de qualquer setor econômico.
A CEB congrega, hoje, mais de 170 organizações empresariais.
O grupo foi formado para coordenar o processo de influência do setor empresarial nas negociações da Área de Livre Comércio das Américas (ALCA), mas seus esforços foram muito além. A CEB contribui ativamente com sugestões ao governo brasileiro no campo do comércio exterior, dentre as quais se destacam as recomendações para a agenda brasileira na
Rodada de Doha, no âmbito da Organização Mundial do Comércio (OMC); para as negociações entre o
Mercosul e a União Européia; e para iniciativas relacionadas à agenda externa do Mercosul. Atualmente, vem cooperando com os trabalhos da Seção Brasileira do
Foro Empresarial Mercosul-União Européia (MEBF).
No Conselho de Orientação Estratégica, órgão consultivo de nível superior da CEB, estão reunidos 25 membros, representando as organizações empresariais de cúpula e entidades setoriais com relevante participação no comércio exterior brasileiro. O órgão tem como atribuições:
• Formular estratégias para ampliar a influência do setor empresarial sobre as posições brasileiras em matéria de negociações comerciais internacionais;
• Liderar a representação de interesses do empresariado brasileiro em negociações comerciais internacionais;
• Estimular a capacitação de representantes empresariais para negociações comerciais internacionais;
• Assegurar que a CEB represente, de fato, a mais ampla gama dos interesses empresariais, através da mobilização de empresários e entidades empresariais de todos os setores interessados nas negociações;
• Apresentar as posições e recomendações empresariais aos ministros de Estado das áreas envolvidas nas negociações; e
• Representar a CEB nos mais importantes foros internacionais.